O Bloco vai realizar, no fim-de-semana de 29, 30 e 31 de Agosto, o Socialismo 2008, um Fórum de Ideias que irá incluir concertos, debates e workshops.
Em debate estarão diversos temas na área da Política, Arquitectura, Ciência, Economia, Trabalho, Situação Internacional, Artes, Urbanismo, História, Ecologia, Europa. Os convidados são de várias origens políticas, áreas científicas e experiências de activismo.
Na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto haverá também lugar para workshops com actividades de lazer para todos os que queiram passar um fim-de-semana de debate, convívio e Festa.
A iniciativa marcará o início em força do novo ano político do Bloco, com conferências sobre alguns dos temas mais fortes da actividade do Bloco durante o próximo ano.
O Socialismo 2008 é para tod@s. Aparece!
Socialismo 2008. Eu vou. Para inscrições ir ao blogue ou falar comigo.
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
é difícil ser de direita em portugal
existem demasiadas bestas a falar por nós
Nuno Melo lembrou uma posição do PCP, há sete anos, em que os comunistas se propunham "combater a perversão dos serviços de segurança e informação da República" e deixou a pergunta: "Posso confiar que os deputados do PCP e do Bloco não divulgariam um qualquer documento ou informação se vissem vantagem política?"
O próprio deu a resposta durante o debate dos projectos de lei sobre segredo de Estado: "Sinceramente, acho que não."
Na resposta, o deputado comunista António Filipe pediu a defesa da honra, afirmando que as palavras de Melo eram ofensivas "e um insulto miserável" à bancada.
António Filipe ainda sugeriu que Nuno Melo pedisse desculpas, mas o deputado democrata-cristão não o fez.
não sei quem é este Nuno Melo. Sei que este pedaço de prosa é indicador da necessidade que um partido importante para a pluralidade de opiniões da nossa democracia tem em redefinir ideologias, ou melhor, passar a ter-las.
Nuno Melo lembrou uma posição do PCP, há sete anos, em que os comunistas se propunham "combater a perversão dos serviços de segurança e informação da República" e deixou a pergunta: "Posso confiar que os deputados do PCP e do Bloco não divulgariam um qualquer documento ou informação se vissem vantagem política?"
O próprio deu a resposta durante o debate dos projectos de lei sobre segredo de Estado: "Sinceramente, acho que não."
Na resposta, o deputado comunista António Filipe pediu a defesa da honra, afirmando que as palavras de Melo eram ofensivas "e um insulto miserável" à bancada.
António Filipe ainda sugeriu que Nuno Melo pedisse desculpas, mas o deputado democrata-cristão não o fez.
não sei quem é este Nuno Melo. Sei que este pedaço de prosa é indicador da necessidade que um partido importante para a pluralidade de opiniões da nossa democracia tem em redefinir ideologias, ou melhor, passar a ter-las.
Cenas:
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